(Source: oescritor, via petit-exagere)

society-of-psych0paths:

                        “One gun, two shots” 
Cinco horas da tarde na praça, ela fecha os olhos, pensa na morte…
 Ao longo daquela avenida, avista um homem com um tom desafiador. A moça, intimidada o segue. Quase trinta minutos depois, facinada pelo lugar e distraida por não saber onde estava indo, estava perdida, no meio do nada, sem civilização, sem casas, apenas ela e aquele homem.
 De repente chega a uma pequena floresta, em frente, naquela estrada de chão… Então o homem surge de tras de uma árvore e vai direto até a moça, com seu rosto coberto por uma touca e um pano, deixando apenas os seus olhos pretos aparecendo, quando chega até a moça, lhe beija. A moça então fecha seus olhos e se lembra de como é viver novamente. Encantada com o rapaz, pede seu nome, mas era tarde demais, ele ja havia sumido entre as árvores e plantas que o cercara.
 A moça então, sem saber onde estava, muito menos quem era aquele misterioso homem que a beijou, segue a pequena trilha que havia lá na floresta, passaram-se 20 minutos desde que ela havia sido beijada, e ela consegue achar a saída.
 Saindo de lá, chegou a uma rua, no final da rua avista uma pequena cabana e cansada de tanto caminhar fica feliz em encontrar um lugar como este, com água e uma pessoa para que possa a levar de volta para a cidade. De repente vê um ponto preto entrando na cabana, era o homem que a beijara. Começou a gritar desesperadamente, mas ele não a escutava, ele estava longe demais.
 Em quinze minutos ela chega até a porta da cabana, educada, bate na porta, ninguém responde então ela decide entrar. Quando entra, se depara com uma mesa, em cima daquela mesa, uma caixa. Ela a abre, dentro havia uma arma com um bilhete escrito “pegue isso, você vai precisar”. A moça fica assustada, por não saber o que aquele bilhete estava tentando dizer.
 Tendo já uma manha com armas ela puxa o gatilho para ver se ainda funcionava, então a bala bateu em uma travessa de prata, rebateu e foi em direção a parede. A moça com medo se vira e se depara com o corpo do homem, o homem que a beijou, estirado no chão, ensanguentado.
 Ela chora, fecha seus olhos e mira a arma para sua própria cabeça e “pow”, matou-se.

society-of-psych0paths:

                        “One gun, two shots” 

Cinco horas da tarde na praça, ela fecha os olhos, pensa na morte…

 Ao longo daquela avenida, avista um homem com um tom desafiador. A moça, intimidada o segue. Quase trinta minutos depois, facinada pelo lugar e distraida por não saber onde estava indo, estava perdida, no meio do nada, sem civilização, sem casas, apenas ela e aquele homem.

 De repente chega a uma pequena floresta, em frente, naquela estrada de chão… Então o homem surge de tras de uma árvore e vai direto até a moça, com seu rosto coberto por uma touca e um pano, deixando apenas os seus olhos pretos aparecendo, quando chega até a moça, lhe beija. A moça então fecha seus olhos e se lembra de como é viver novamente. Encantada com o rapaz, pede seu nome, mas era tarde demais, ele ja havia sumido entre as árvores e plantas que o cercara.

 A moça então, sem saber onde estava, muito menos quem era aquele misterioso homem que a beijou, segue a pequena trilha que havia lá na floresta, passaram-se 20 minutos desde que ela havia sido beijada, e ela consegue achar a saída.

 Saindo de lá, chegou a uma rua, no final da rua avista uma pequena cabana e cansada de tanto caminhar fica feliz em encontrar um lugar como este, com água e uma pessoa para que possa a levar de volta para a cidade. De repente vê um ponto preto entrando na cabana, era o homem que a beijara. Começou a gritar desesperadamente, mas ele não a escutava, ele estava longe demais.

 Em quinze minutos ela chega até a porta da cabana, educada, bate na porta, ninguém responde então ela decide entrar. Quando entra, se depara com uma mesa, em cima daquela mesa, uma caixa. Ela a abre, dentro havia uma arma com um bilhete escrito “pegue isso, você vai precisar”. A moça fica assustada, por não saber o que aquele bilhete estava tentando dizer.

 Tendo já uma manha com armas ela puxa o gatilho para ver se ainda funcionava, então a bala bateu em uma travessa de prata, rebateu e foi em direção a parede. A moça com medo se vira e se depara com o corpo do homem, o homem que a beijou, estirado no chão, ensanguentado.

 Ela chora, fecha seus olhos e mira a arma para sua própria cabeça e “pow”, matou-se.

universoadolescente:



Entenda nada vem de graça. Se eu não fizer por mim não há quem faça.

universoadolescente:


Entenda nada vem de graça. Se eu não fizer por mim não há quem faça.

(Source: c-ruciffy, via zombie-sui-cide)

dead-love:

Sabe quando precisamos de algo mais não sabemos o que é ? Depois percebemos que essa pequena coisa faz a maior diferença. Me sinto cansada, e nesse momento não consigo pensar em viver, ai penso naqueles que amo… E tento fingir ser um pouco mais forte. As vezes as coisas ficam difíceis, a vida…

gagamepega:

‘Ria sozinha quase o tempo todo […] querendo controlar a própria loucura, discretamente infeliz.’         (Caio F. Abreu)

gagamepega:

‘Ria sozinha quase o tempo todo […] querendo controlar a própria loucura, discretamente infeliz.’         (Caio F. Abreu)