"Heróis de todos os gêneros.
Heróis de todos os tipos.
Heróis famosos e escondidos.
Heróis salvando.
Heróis amando.
Heróis em todo lugar.
Heróis à beira do mar.
Heróis com máscaras ou no meio da multidão.
Heróis imperfeitos criando o bem pela união.
Heróis suicidas, suicidas da paz.
Heróis são Heróis, em todo lugar.
Heróis com ou sem super poderes.
Heróis com todos os tamanhos de deveres. m"
Diversos Heróis (via herois-na-multidao)

(via herois-na-multidao)

Cantar a vida diferente.

Vocês precisam ouvir essa versão.

(via demo-niac)

Como seria se eu fosse pra Lua:

Acho que a parte mais legal de ter uma banda, nao é voce ter uma legião de fãs, ou todo mundo de perto de ti cantando suas musicas, é voce imaginar que talvez em algum lugar, em qualquer cidadezinha, a mais pacata que tiver, no meio do mato ou no meio do nada, Imaginar que la, longe de tudo, pode existir alguem, que cante nossas musicas, sabe? tipo em uma caminhada, ou uma tarde entediante alguem começa a cantar uma musica sua , mesmo que voce nunca saiba que ela cantou ou nem saiba quem é aquela pessoa, por mais que voce nunca conheça aquela pessoa, ela sabe quem é voce, e a letra que voce escreveu tem valor significativo pra ela, e é isso que eu penso quando eu to sei la em qualquer canto desse mundo, em qualquer rua dessa cidade, e começo a cantar musicas de bandas que muitos em minha volta nunca ouviram falar, eu penso, Poxa, quase ninguem conhece essa banda, essa musica, mas eu, um garoto qualquer aqui, conheço, e to cantando , e imagino o quanto isso é foda, porque os caras nem sabem que eu to cantando a letra que eles escreveram, mas nao é por isso que a musica deles va deixar de me levar adiante nesses dias que tem pela frente.

"Tem horas que tudo que a vida faz é nos empurrar pra bem longe. O que que a gente faz? A gente vai. A gente vai atrás do que a gente nem sabe direito o que é. A gente sai correndo, a gente esquece de tudo, esquece de todos, até chegar lá. Porque é justamente lá no meio do nada, embrenhado naquele silêncio, que parece que corta a gente ao meio, que só lá que a gente consegue ter na nossa cabeça, finalmente, aquela clareza que a gente tanto procurava sem saber. E fazer música pra mim é botar ordem nessa barulheira que é a vida que a gente leva. É fazer com que esses caminhões lá fora, o sangue na TV, a gritaria das ruas, a injustiça dos nossos dias, aquelas pressões que chegam acabar com a nossa vontade de viver, é fazer com que tudo isso pare. Com que tudo isso se harmonize nem que seja por alguns minutos. Porque as vezes eu penso, a gente briga pra ter paz. A gente chora pra poder sorrir. A gente grita as vezes porque a gente quer que as pessoas ouçam o que a gente canta. A gente vive pelos que se foram, a gente morre pelos que ainda estão aqui. E eu sinto que as vezes a gente precisa dar de cara com o muro mesmo, a gente precisa ver no horizonte o fim da linha, até que um auge e desespero a gente apalpa a nossas próprias costas e vê nelas um surgimento de um par de asas. É nessa hora que a gente percebe que enquanto a gente acreditar nisso tudo que a gente faz, colocar cada gota do nosso sangue, nosso suor, nisso que a gente faz, e continuar fazendo isso, enquanto houverem forças, o que a gente tem nas nossas mãos, é INFINITO."
Lucas Silveira. O que é infinito? “O Manifesto”. (via b-r-a-v-e-r-y)

(Fonte: r-epouso)